Terapias alternativas. Você já ouviu falar nas terapias utilizadas nos grandes Spas urbanos e rurais?

  Você sabe o que é uma terapia alternativa? Acredito que pelo menos já tenha ouvido falar.
Terapias alternativas são todas as técnicas que não pertencem aos métodos convencionais como, por exemplo: da medicina, da fisioterapia, da farmácia, da psicologia, entre outros.
Curso de Fisioterapia Dermato Funcional-Facial-e-Corporal-edducExistem atualmente muito tipos de terapias alternativas, suaves e naturais. Vamos citar algumas: terapias manuais com bambus, terapia com pedras quentes ou frias, terapias com pindas, terapias com velas, terapias com conchas, shiatsu, reflexogia, e muitas outras.
São técnicas milenares, mas ao mesmo tempo modernas que buscam corrigir os desiquilíbrios corporais, trazendo saúde e beleza, além de harmonia entre o fisiológico e o psicológico.
     Como funciona a técnica de massagem relaxante com bambu? Esta técnica é originária da França, e é uma massagem feita com bambus naturais de diversos tamanhos que podem tanto relaxar como despertar a energia, podendo ser utilizada para diversos tipos de massagens: relaxante, modeladora, drenagem linfática.
     As varas de bambu agem como se fossem os prolongamentos dos dedos, dando a possibilidade de alcançar todas as regiões do corpo, adaptando-se aos contornos corporais. Nesta técnica é preciso utilizar óleos para o deslizamento adequado dos bambus proporcionando qualidade e eficácia no tratamento.

  A técnica de massagem com pedras quentes ou frias é um conceito moderno, mas ao mesmo tempo é uma técnica antiga, pois existem referenciais no antigo Egito, no entanto só foi regularizada na Europa e nos EUA a poucos anos. As manobras utilizadas nesta técnica sofrem influências orientais, usando o calor para trazer relaxamento e sensação de bem estar.
Para a execução desta técnica podem ser utilizados diversos tipos de pedras como as vulcânicas, plutônicas e sedimentares que trazem herança energética de milhões ou de bilhões de anos. Elas podem ser de diversas cores ou formatos, sendo que o profissional deve escolher de acordo com o local da aplicação.
Tanto na técnica de bambu quanto na técnica de pedras quentes ou frias, a massagem provoca um estímulo vascular estimulando o melhor funcionamento do sistema circulatório provocando respostas sedativas e reenergizadoras no corpo.
     A técnica de massagem com pindas, velas ou conchas tem o mesmo principio, no sentido de causar sensação de relaxamento e bem estar, estimular a circulação sanguínea e provocar respostas sedativas aumentando a energia corporal, no entanto os instrumentos utilizados são diferentes. Mas em outra oportunidade falaremos mais sobre estas outras técnicas alternativas.
     Existem diversos outros tipos de efeitos benéficos sobre estas técnicas e muitas variedades e formas de se trabalhar, o que eu não conseguiria expressar em tão pequeno texto. Em breve, publicarei mais sobre as técnicas com terapias alternativas.
É importante ressaltar, que além de ser uma técnica muito utilizada em Spas urbanos e rurais, ela é procurada pelos clientes em clínicas e centros estéticos, devendo o profissional estar preparado para realizar o procedimento de forma adequada e satisfatória.
Espero que tenha gostado desta reportagem e continue nos acompanhando.

Até breve!!!

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Vamos aprender um pouco mais sobre a famosa técnica de CRIOLIPÓLISE?

A Criolipólise é uma técnica relativamente nova no Brasil e vem sendo amplamente divulgada em todos os canais de mídia relacionados a saúde, beleza e cuidados com o corpo.
Mas o que significa a palavra criolipólise? Crio vem do grego “kryos” e significa gelo, frio. Lipo vem do grego “lipo” e significa gordura, tecido adiposo. E lise vem do grego “lysis” e significa desatar, libertar  ou dissolução.
Então, a criolipólise consiste em uma técnica que libera a gordura pelo frio!

Mas o que acontece?
** Congelamento de gordura localizada=> inflamação => morte celular por apoptose (autodestruição celular ordenada) => eliminação gradual

Isso acontece porque o tecido adiposo fica exposto a uma exposição prolongado a baixa temperatura.

A técnica gera um processo inflamatório estimulado por apoptose de adipócito, inicialmente os macrófagos e outros fagócitos cercam, e começam a digerir as células lipídicas como parte da resposta natural do organismo à lesão. E com o passar dos dias com a inflamação, o volume dos adipócitos é diminuído, sendo que, em três meses os septos interlobulares são distintamente espessados e o processo inflamatório diminui ainda mais.

Mas como isto acontece?
O aparelho é formado por uma ponteira, que realiza um vácuo sugando a região da gordura localizada, possibilitando que apenas essa região seja resfriada.

Quais serão os resultados da criolipólise?
Normalmente a perda de gordura localizada é de 20 a 30% na região tratada, variando de acordo com a quantidade de células adiposas existentes no local.

Veja algumas fotos da profissional Inaiá Milreu de um tratamento realizado em uma cliente na Clínica Bem Estar com a técnica CRIO ORTO REDUX desenvolvida por ela.

Método Inaia Milreu

As clientes normalmente perguntam se elas podem engordar novamente no mesmo local após terem perdido a gordura com a técnica de criolipólise.
Vamos exemplificar da seguinte forma:
– quando emagrecemos nossas células murcham, mas não as perdemos, caso voltemos a engordar elas incham novamente e voltamos a ter a forma de corpo de antes do tratamento. Existem diversos tratamentos que tratam a gordura localizada desta mesma forma.

Mas no caso da técnica de criolipólise, isso não acontece, pois as células são congeladas, mortas e eliminadas pelo organismo juntamente com a gordura.
Então, se após o tratamento a cliente volta a ingerir mais calorias do que gasta gerando um balanço calórico positivo irá engordar novamente, mas com certeza esta gordura irá para outras células, sendo um trabalho muito mais difícil para o corpo retornar à forma antiga. Mas isso, claro, pode acontecer dependendo do quanto a cliente engordar.
O que a cliente precisa entender é que se está pagando um tratamento para eliminar a gordura em excesso, precisará se esforçar após o tratamento para não voltar ao mesmo formato de corpo que a incomodava. Ela precisará conservar o seu investimento.

É claro que o tratamento associado a uma boa dieta alimentar adequada e a ganho de massa muscular seria o ideal para que todas as pessoas pudessem ter uma vida saudável e um corpo bonito. Devemos sempre orientar e estimular a nossa cliente a se alimentar corretamente e praticar exercícios regularmente.

Venha se atualizar aqui na EDDUC, estude e domine o que você se propõe a fazer.

Abraços.
Profa. Poliana Milreu

 


Método Body Day – by Poliana Milreu

Olá, pessoal. Hoje estou aqui para apresentar o meu mais novo Método de tratamento Ortomolecular – 0 Método Body Day corporal que traz muitas novidades e velocidade de resultados para quem trabalha na área da estética.

Aguardem as noticias de lançamento do curso!

Vejam as fotos com 3 sessões de tratamento para celulite:

lateral celulite

S.O.S celulite2

 

 

 

 

Este Método traz inúmeros protocolos para celulite, gordura, estrias, flacidez tissular e a famosa Detox.

Não perca seu tempo! Fique atenta as novidades da EDDUC!

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Vamos aprender um pouco mais sobre o Processo de cicatrização?

Aqui na EDDUC você aprende de tudo, a parte teórica de forma detalhada e atualizada, a parte prática dos atendimentos com técnicas manuais e eletroterapia avançada e as dicas para se tornar um profissional de sucesso.

Eu trouxe hoje um artigo de Ana Lúcia Nalin para que aprofundem seus conhecimentos sobre o processo de cicatrização.

A capacidade regenerativa tissular é uma resposta ordenada das reações celulares e moleculares, que interagem para a reconstrução dos tecidos. (Balbino,2005). A cicatrização é o restabelecimento de integridade de um tecido lesado e consiste em uma perfeita e coordenada cascata de eventos celulares e moleculares que interagem para que ocorra a repavimentação e a reconstituição do tecido. Tal evento é um processo dinâmico que envolve fenômenos bioquímicos e fisiológicos que se comportam de forma harmoniosa a fim de garantir a restauração tissular.

Os eventos celulares e bioquímicos no reparo das feridas podem ser divididos didaticamente em 5 fases: (Fazio, 2000)

fase de coagulação1) Coagulação: início imediato após lesão, onde ocorre atividade plaquetária como forma de evitar demasiada perda sanguínea, com o tamponamento dos vasos seccionados, sem valor mecânico. (Nurden, 2008) O coágulo formado estabelece uma barreira impermeabilizante que protege da contaminação. Este, além de limitar a perpetuação da perda de constituintes circulatórios para o interstício, fornece matriz preliminar, que facilitará a migração das células responsáveis pelo desencadeamento do processo de reparo, facilitando as trocas. (Balbino, 2005, Vendramin F.S.;2006)

2) Inflamação: é a resposta imediata a uma lesão. A fase aguda ou inicial da inflamação se prolonga por 24 a 48 horas e é seguida por uma fase subaguda ou tardia, que se prolonga por mais 10 a 14 horas. A finalidade fundamental da fase inflamatória é livrar a área de tecido morto e secreções provocadas pela lesão tecidual, no qual diversos mediadores químicos são liberados tão logo ocorre à destruição de células na ferida. A presença de mediadores químicos no local da inflamação é transitória, sendo os mais importantes a histamina, a serotonina, a bradicinina e as prostaglandinas. Um dos principais objetivos da liberação desses mediadores é a estimulação da migração de células inflamatórias (como monócitos e neutrófilos).
fase inflamatóriaOs leucócitos chegam ao momento da injúria tissular e ficam por período que varia de 3 a 5 dias (Mandelbaum,2003); além da função de fagocitose de bactérias, fragmentos celulares e corpos estranhos, essas células inflamatórias produzem fatores de crescimento, que preparam a lesão para a fase proliferativa, quando fibroblastos e células endoteliais também serão recrutados. Ocorre do momento da lesão até o 4º e 5º dia. Segundo Witte & Barbul, 1997, é caracterizada pelo aumento da permeabilidade vascular, quimiotaxia de células da circulação, liberação de citocinas e fatores de crescimento, e ativação das células de migração. (WITTE & BARBUL, 1997)
Os neutrófilos e os monócitos são as primeiras células a chegarem ao local da lesão. A função principal dos neutrófilos neste processo é de eliminação de possíveis microorganismos pela fagocitose. Uma vez que estas células são as mais abundantes no sangue, um número significativo deles é passivamente coletado pelo trombo provisório durante o rompimento dos vasos, como vimos no processo inicial de coagulação. Após este extravasamento passivo, os neutrófilos migram para a superfície da ferida para formar uma barreira contra a invasão de microorganismos e promover o recrutamento ativo de mais neutrófilos a partir dos vasos mais próximos não lesados. Ao final de um dia após a lesão eles constituirão 50% das células migradas ao local.
Os monócitos, que se infiltram mais tardiamente, diferenciam-se em macrófagos, que são essenciais no processo de cicatrização tissular, fagocitando microorganismos patogênicos e os restos teciduais e celulares, inclusive os neutrófilos, e liberando colagenases e proteoglicanos, que são enzimas degradantes que destroem o material necrosado, orientam a formação do tecido de granulação e atraem para a área os fibroblastos que depositam o novo colágeno. Nas primeiras 24 horas após a lesão, há um grande afluxo de neutrófilos para a ferida, seguindo-se de um aporte maior de macrófagos durante os dois a três dias seguintes.

fase de proliferação3) Proliferação: é a fase responsável pelo fechamento da lesão propriamente dita. Com a presença local de macrófagos derivados de monócitos e a produção e liberação dos mediadores químicos produzidos por eles, a migração e ativação de fibroblastos é intensificada e inicia-se por volta do terceiro dia a fase proliferativa, que persiste por duas a três semanas, e se constitui no início da formação do tecido de granulação. Durante esta fase ocorre fibroplasia, angiogênese e contração da ferida. A fibroplasia ocorre quando a matriz extracelular começa a ser substituída por um tecido conjuntivo mais forte e mais elástico é um termo que envolve o processo em que os fibroblastos produzem e organizam os principais componentes extracelulares do tecido de granulação.
Assim que chegam à ferida, os fibroblastos passam a sintetizar ácido hialurônico, fibronectina e colágenos do tipo I e III, que formam a matriz extracelular inicial. A angiogênese que ocorre nesta fase é uma proliferação vascular surpreendente que se inicia 48 a 72 horas após a lesão e duram vários dias.

4) Contração da ferida: a contração da ferida, que se deve ao movimento centrípeto do tecido preexistente, consiste no processo que reduz as dimensões de uma ferida e tem início logo após a lesão, passando por um pico que ocorre após duas semanas. A redução do tamanho da ferida é mediada principalmente por miofibroblastos. Este processo resulta em cicatrização mais rápida e se a contração for impedida, resultarão cicatrizes grandes e disformes. Ao final desta etapa, o leito da ferida está totalmente preenchido pelo tecido de granulação, a circulação é restabelecida pela neovascularização e a rede linfática está passando por regeneração. Lentamente o tecido de granulação é enriquecido com mais fibras colágenas, o que começa a dar à região lesada a aparência de cicatriz devido ao acúmulo de massa fibrosa.

5) Remodelamento: A característica mais importante desta fase é a deposição de colágeno de maneira organizada, por isso é a mais importante clinicamente. O colágeno produzido inicialmente é mais fino do que o colágeno presente na pele normal, e tem orientação paralela à pele. Com o tempo, o colágeno inicial (colágeno tipo III) é reabsorvido e um colágeno mais espesso é produzido e organizado ao longo das linhas de tensão. Estas mudanças se refletem em aumento da força tênsil da ferida. A reorganização da nova matriz é um processo importante da cicatrização. Fibroblastos e leucócitos secretam colagenases que promovem a lise da matriz antiga.
remodelamentoA cicatrização tem sucesso quando há equilíbrio entre a síntese da nova matriz e a lise da matriz antiga, havendo sucesso quando a deposição é maior. Mesmo após um ano a ferida apresentará um colágeno menos organizado do que o da pele sã, e a força tênsil jamais retornará a 100%, atingindo em torno de 80% após três meses. (Campos, 2007)

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